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Deputado Federal · São Paulo · Avante

LuizEscobar

Mais de 30 anos defendendo quem não pode se defender. Agora, na Câmara dos Deputados.

Protetor da causa animal. Ex-vereador de Americana. Candidato a Deputado Federal por São Paulo.

30+anos dedicados à proteção animal, antes de qualquer campanha
15propostas concretas para animais, protetores e ONGs
1pauta que ele nunca abandonou em três décadas

Quem é o Escobar

Não descobri a causa animal numa campanha eleitoral.

Luiz Antonio Escobar Martins é protetor da causa animal há mais de 30 anos. Foi vereador em Americana, onde levou a pauta do bem-estar animal para dentro da Câmara. Em 2026, é candidato a Deputado Federal por São Paulo pelo Avante.

Três décadas de rua

Resgate, castração, adoção e denúncia de maus-tratos. O trabalho começou muito antes de existir mandato — e é o que sustenta cada proposta desta página.

Passagem pela Câmara

Como vereador de Americana, aprendeu onde a política trava: falta lei, falta verba e falta fiscalização. Os três problemas têm solução em Brasília.

Uma pauta só

Deputado que defende tudo não defende nada. O mandato tem endereço: animais, protetores independentes e ONGs que hoje bancam sozinhos o que é dever do poder público.

“Adotar é um ato de amor — e vai virar política pública.” Luiz Escobar

O plano

15 propostas, 6 frentes, um mandato inteiro.

Deputado federal faz lei, destrava verba e fiscaliza. Cada frente abaixo traz o que muda na prática e a ferramenta que um mandato em Brasília tem para fazer acontecer.

FRENTE 01

Educar hoje para não sofrer amanhã

  • Educação em proteção animal na grade escolar: posse responsável, bem-estar animal e preservação do meio ambiente
  • Campanhas permanentes de incentivo à adoção, no lugar da compra

Como se faz em Brasília: tema transversal na Base Nacional Comum Curricular e programa nacional de conscientização com repasse aos municípios que aderirem.

FRENTE 02

Saúde animal ao alcance de quem não pode pagar

  • Clínicas veterinárias públicas para famílias de baixa renda, ONGs e protetores independentes
  • Castração o ano todo, sem fila de espera sazonal, e vacina antirrábica sempre disponível
  • Mutirões de castração junto a clínicas veterinárias e profissionais liberais
  • Vacina V10 a preço de custo, via acordo direto com laboratórios
  • Castração das colônias de gatos que vivem em escolas e clubes públicos
  • Abatimento de imposto para clínica veterinária que fizer atendimento social — consulta, tratamento e cirurgia

Como se faz em Brasília: emendas parlamentares para estruturar clínicas e mutirões, compra centralizada de imunizantes e projeto de lei de incentivo fiscal ao atendimento veterinário social.

FRENTE 03

Maus-tratos com punição de verdade

  • Delegacias especializadas em crimes contra animais — ou setor dedicado dentro das delegacias existentes, no modelo que já funciona em Campinas
  • Estrutura de governo com responsável direto pelo bem-estar animal, e não pauta órfã dividida entre secretarias
  • Chipagem de animais domésticos e de tração, para que todo animal tenha dono identificável

Como se faz em Brasília: endurecimento da Lei de Crimes Ambientais, recursos do fundo de segurança pública para as delegacias especializadas e cadastro nacional de identificação animal.

FRENTE 04

Quem cuida sozinho precisa de apoio

  • Campanhas permanentes de arrecadação de ração e medicamentos para protetores independentes e ONGs
  • Feiras de adoção em vários pontos da cidade, não em um só lugar
  • Autorização para instalar comedouros, bebedouros e casinhas para animais de rua

Como se faz em Brasília: reconhecimento legal do protetor independente, acesso a editais federais e destinação de emendas para ONGs de proteção animal.

FRENTE 05

Ninguém deixa o bicho para trás

  • Censo demográfico de animais domésticos e de tração: sem saber quantos são e onde estão, nenhuma política pública funciona
  • Acompanhamento do cadastro de moradores de programas habitacionais como o Minha Casa Minha Vida, porque muitos abandonam os animais na mudança

Como se faz em Brasília: inclusão do animal doméstico no levantamento oficial do IBGE e cláusula de proteção animal nas regras dos programas federais de habitação.

FRENTE 06

Fim da tração animal

  • Proibição do uso de tração animal para carregar qualquer tipo de material
  • Projeto Cavalo de Lata: substituição do cavalo por bicicleta acoplada a uma estrutura própria para carregar recicláveis
  • Enquanto a transição não termina, licença obrigatória com avaliação médica anual do animal e vistoria de alimentação e moradia

Como se faz em Brasília: lei federal de transição da tração animal, com linha de financiamento para o equipamento e prazo definido para os municípios.

Proposta em destaque

Projeto Cavalo de Lata

Tirar o cavalo da carroça sem tirar o sustento do carroceiro. Essa é a parte que quase toda proposta de proibição esquece — e é por isso que quase nenhuma sai do papel. O Cavalo de Lata resolve os dois lados ao mesmo tempo.

Etapa 1

Cadastrar e proteger

Licença obrigatória para quem ainda usa tração animal, com avaliação médica anual do animal e vistoria das condições de alimentação e moradia. Enquanto o cavalo estiver na rua, ele fica sob fiscalização.

Etapa 2

Substituir o equipamento

Bicicleta acoplada a uma estrutura feita para carregar recicláveis, entregue ao trabalhador com apoio de linha de financiamento. O carroceiro troca de ferramenta, não de profissão.

Etapa 3

Encerrar a tração animal

Com o equipamento substituído e o trabalhador atendido, a proibição do uso de tração animal para carga passa a valer com prazo definido e sem deixar família nenhuma sem renda.

4 de outubro

São só quatro números.

Se você já resgatou, já castrou, já denunciou maus-tratos ou já deixou comida na esquina — esta candidatura é sua. Chame no WhatsApp e entre na campanha.

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